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Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
A meio do livro a contadora de histórias canta uma canção tradicional alentejana. E tu, que não és de sítio nenhum, por breves segundos deixas que as palavras cantadas te emprestem uma pertença. Uma pertença sem geografia que mora na boca de quem fala a mesma língua do que tu. Engraçado que não haja palavras que definam este chão feito de um avesso só nosso.
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