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Um ano e quatro meses depois

por Cristina Nobre Soares, em 26.10.18

Um ano e quatro meses depois, apesar de já haver muito verde a rebentar pelas encostas, o cinzento ainda pesa em grande parte da paisagem de Pedrógão Grande. O silêncio é agora imenso. As palavras também são um material combustível que arde depressa e com demasiada facilidade.

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3 comentários

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De Nuno a 26.10.2018 às 20:44

Arde também o combustível da revolta da descrença pela I diferença alheia pela falta de co dicoes para se reconstruir em vidas desfeitas e pelo lento avanço daquilo que se prometeu célere
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De Bea a 26.10.2018 às 23:29

e como pesa esse silêncio que é o do esquecimento do que não é de esquecer. Verdejar pelas encostas é quase só trabalho da natureza.
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De P. P. a 29.10.2018 às 18:24

Tal como por aqui, nas regiões do incêndio de outubro do ano passado. Palavras...Pelo menos deixaram de fazer parte de um séquito de mentiras. Mas voam, tal como a memória de muitos...

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