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Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
É a história de amor mais bonita do mundo, diz-me sempre que pega na edição do Cyrano que lhe comprei quando tinha cinco anos. É um livro grande, com umas ilustrações lindíssimas. É triste, muito triste, mãe, mas é tão bonita. Pois é, digo-lhe. Que te lembres que o amor, aquele nos grava por dentro, é o que se sopra à noite por entre as alfazemas e que nos soa a poesia. Que te lembres que nada é um nariz disforme, quando comparado com uma alma grande. E que não precises nunca de um dia mundial do livro para te lembrares disto, filha.
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