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Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
Tento resumir-lhe os últimos três anos no tempo de uma maionese. Falo-lhe de medos, de inflexões e curvas no caminho enquanto deito o óleo em fio. Quebro-lhe o silêncio constrangido com o barulho da varinha mágica. Ajusto os temperos, enquanto comprimo um passado recente naquele único ponto que nos acontece na cozinha. Eu sei que ela apenas finge perceber. Eu sei que não me expliquei. A amizade também tem este lado de teatro conveniente.
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