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Geografia das praias

por Cristina Nobre Soares, em 20.08.18

Para quem continua a acreditar que somos um país de fácil mobilidade social, com classes sociais de fronteiras esbatidas, basta perder um bocadinho de tempo e observar como as pessoas se distribuem nas praias. Há toda uma geografia social, com fronteiras invisíveis, mas muito bem delimitadas. Cada um sabe o seu lugar na praia. Se pertence a uma das fiadas das barraquinhas às riscas, aos chapéus de colmo, à zona da bandeira ou da antiga bola Nívea, à zona dos chapéus de sol, com ou sem vigilância, ou se fica mais afastado, já perto dos pescadores, apenas com a toalha. Se fica do lado do mar ou do lado da lagoa. Cada um sabe onde pertence. Cada um sabe até onde pode ir.

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