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Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
Porque para mim o Natal será sempre isto. E um presépio com carpete verde a fazer de musgo e uma estrela de papel celofane amarelo. E a calda de açúcar dos sonhos da minha mãe. E ficar imóvel no chão da sala a desejar que a noite fosse maior. E contar isto à minha filha, como se fossemos ambas corpos de um mesmo tempo, que não este. Um tempo de uma história que um dia será uma memória. Feliz Natal.
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