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Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
Sento-me no alpendre a apanhar sol. Ela salta à corda até chegar ao número cinquenta. Um vizinho arranca as daninhas com a mão dentro de um saco de plástico. Há uma folha de jornal que esvoaça na gravilha. Uma mão pousa-me no ombro, sabe-te bem o sol? Sorrio-lhe. Somos criaturas condenadas ao perpétuo dos detalhes. E ainda bem. Sem eles não haveria poesia.
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