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Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
Penso que é desta que vou escrever um poema. Um daqueles que falam em gin tónico e sexo desprendido. Mas batem-me à porta. É para dar para as festas da vila. Dou-lhes três euros e poema vai-se. Ainda não foi desta, devia ser fraquito. Cada qual é para o que nasce.
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