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Das vantagens de se estar no Facebook

por Cristina Nobre Soares, em 26.03.18

Ontem, li um post do Rui Bebiano sobre as vantagens de se estar no Facebook. Subscrevo-o na íntegra. Tal como ele, já reencontrei por aqui pessoas que não via há muito tempo, conheci outras, algumas muito interessantes, com as quais tenho aprendido imenso, fiz amigos (dos mesmo a sério, não dos virtuais), conhecidos, fiquei a saber de eventos, acontecimentos, mortes, nascimentos e outras coisas que de outra forma não saberia. Arranjei trabalho e consegui levá-lo mais longe do que se não estivesse por aqui. Tive oportunidade de participar em coisas que me enriqueceram como pessoa, algumas das quais nem fazia ideia que existiam. Tudo, só por estar aqui nesta troca, nesta partilha. Partilha. Quando me dizem que “ponho tudo” no Facebook, rio-me. Mas rio-me muito e com vontade. Porque, como toda a gente, ponho aqui apenas aquilo que quero. Ou seja, aquilo que eu não me importo que fique “para sempre” na internet, aquilo que não me importo que as pessoas saibam sobre mim, aquelas minhas fotografias que não me importo que vejam. Enfim, mais ou menos o que todos fazemos na vida real, onde o “tudo” sobre os outros vai muito para além do que nos passa pelos olhos. "Ah, não tens controle com o que podem fazer com o que publicas." Tenho ideia, que por mais que confie em alguém, se eu lhe contar alguma coisa na "vida real", também não tenho garantias com o que essa pessoa poderá fazer com essa informação. É a vida. Quem não percebe isto ou não percebe o Facebook ou usa-o de outra forma, com outros fins, que a mim não me interessam minimamente. Haverá quem tenha outros critérios na sua escolha de publicação. Mas isso, cada qual saberá de si e da maneira como usa esta plataforma. Que pouca culpa terá nessa tal escolha. E é aí que muitas vezes reside o tal “bem” e “mal” que tanto preto e branco traz à forma como vemos as coisas. Na nossa escolha.

p.s - Não falei aqui do típico comentário do "estás sempre no Facebook". Fica para outro post. Sobre a imensidão de coisas inúteis que os outros fazem com o tempo deles.

 
 
 

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1 comentário

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De Narciso Baeta a 29.03.2018 às 10:20

A estupidez é uma cegueira do espírito: não mata, mas dificulta!

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