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Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
Chegou o tempo dos marmelos. Desenganem-se, que o meu entusiasmo não é por causa da marmelada, que sempre me enjoou. Principalmente a mais branca, muito doce, cheia de açúcar cristalizado no rebordo das tigelas. O meu pai dava-me os comprimidos, que eu não conseguia engolir, esmagados numa fatia de marmelada metida por entre duas bolachas Maria, vá, anda, assim não notas, é doce. Era um sacrifício para mim. Mas nunca lhe disse para que não se acabasse aquele mimo. Valia a pena a agonia. Chegou o tempo dos marmelos. Mas vou assá-los com vinho do Porto. Ficam uma maravilha.
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