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Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
Atravesso o parque e reparo que não há quase ninguém. O cinzento morrinho preenche os espaços vazios de folhas e gente. Sempre que chove, mesmo quando é apenas um presságio cor de chumbo, as pessoas desaparecem. Às vezes penso que ganhámos medo da chuva. Que por nos desabituarmos dela lhe esquecemos os encantos. É pena. Dentro de casa, o cinzento parece mais triste. Não é cor que possamos amar separados pelo vidro de uma janela.
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