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Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
Quando nos falta o ar ou o espaço na casa, vamos à janela e debruçamo-nos sobre a nossa própria rua. Às vezes não vemos ninguém, mesmo quando passa muita gente. Outras vezes, do nada, ou porque queremos mesmo muito, saltam-nos à vista as falhas dos outros, olha-me a figurinha daquele fulano. As falhas dos outros acalmam-nos. O ridículo alheio é um analgésico mesquinho para as dores da vida.
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