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Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
Sou contra o acordo ortográfico. Aliás, este estabelecimento a partir de hoje tem um erro de ortografia no nome. Paciência, que me recuso a tirar o c de recta. Mas há uma coisa que me intriga, perante as vozes escandalizadas que bramam desde ontem nas redes sociais. O que é que cada um de nós fez objectivamente contra isto? Eu, na minha teimosia, que tanto me caracteriza, mas que muitos associam já como sintoma de velhice, limitei-me a fazer tábua rasa e continuei a escrever como escrevia antes. Acho que assinei uma petição. Sim, pouco mais. É triste, realmente. Mas digam-me, senhores, fez-se alguma coisa sobre isto? É como o fecho dos cinemas, das casas de espectáculos e livrarias: para que não fechem e não se transformem num franchising de uma coisa qualquer, convém que sejamos clientes, relativamente assíduos. Digo eu. Não basta lamentar depois. Fazer por aquilo em que acreditamos é assim uma espécie de obrigação nossa. E já agora façam atenção nas eleições que aí vêm. E na falta de alternativas do panorama político. Vá lá que a palavra democracia não mudou com o acordo. Menos mal
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