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Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
Há palavras que sozinhas parecem poemas. Daqueles que guardamos em papelinhos amarrotados nos bolsos das calças, juntamente com o papel da pastilha elástica ou com o bilhete do autocarro, para lermos baixinho quando ninguém estiver a ouvir. Outras servem apenas para limpar os cantos da boca. A má poesia deixa os lábios peganhentos.
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