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Fartou-se de chorar. Quando obrigam Maude a quebrar a greve de fome, enfiando-lhe leite com um funil. Quando o marido dá o filho para adopção, porque ele, tal como todos os homens na altura, tinha todos os direitos sobre os filhos. Quando Emily se mata para chamar a atenção do mundo para a causa das sufragistas. Cheguei a achar que o filme era forte demais para ela. Talvez tivesse exagerado. No fim, diz-me ainda a fungar: Sabes, mãe? Tenho muito, muito respeito por estas mulheres. Já viste? Se não fossem elas, não podíamos estudar e eu se calhar eu também já estava a trabalhar. Já imaginaste como seria se não fossem elas?Disse-lhe que sim. Não consegui dizer mais nada. Foi a minha vez de me emocionar.

(Vem aí o tão afamado dia da Mulher. Em vez de andarem a oferecer florzinhas e coisas cor de rosinha para celebrar o que não tem celebração, aluguem o filme. Ser mulher é ser metade da raça humana. “Apenas” isto)

 

 

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